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Porta-voz da Frelimo pela responsabilização da Renamo

Por admin
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A Frelimo, pela voz de António Niquice, secre­tário da Mobilização, convocou a imprensa esta semana para ma­nifestar a sua condenação aos actos belicistas do seu adversá­rio político, a Renamo, que re­corre a matanças dos moçambi­canos e destruição de seus bens móveis e imoveis para se impor na arena política nacional, tendo na circunstância exigido que as autoridades instituídas usem os instrumentos ao seu dispor para responsabiliza-la dos crimes que recorrentemente comete.

António Niquice centrou a sua intervenção em quatro vec­tores principais, designadamen­te, a quadra pascal, por causa da qual saudou a todos os moçam­bicanos que professam a religião cristã, e por esta via reconhecer o papel desempenhado por este sector nas diferentes frentes so­ciais que contribuem para a har­monização da nossa sociedade.

Aquele politico deteve-se mais na questão da paz, sem a qual nada se pode fazer em prol do desenvolvimento do país e condenou aqueles que a pertur­bam ameaçando os cidadãos de forma verbal e armada, tendo exigido que as instituições já deviam ter posto em marcha os comandos ao seu dispor para responsabilizar a Renamo, em particular, que voltou a matar ci­dadãos indefesos, atacar as FDS, únicas e legitimas detentoras de armas, bem assim não olha a meios para destruir proprieda­des públicas e privadas, alega­damente para alcançar o poder.

“ Somos pelo funciona­mento das instituições, que têm a tarefa de velar pela ordem e tranquilidade nacio­nais, responsabilizando as pessoas que assim agem, so­bretudo quando o fazem em nome de um partido político representado no parlamento moçambicano” disse Niquice.

A fonte referiu-se igualmen­te ao actual cenário climatérico que assola Moçambique, carac­terizado por chuvas intensas no norte de Moçambique e seca e estiagem no sul, ambos fenó­menos que concorrem para a multiplicação do sofrimento do povo moçambicano, bem assim, saudou o movimento de solida­riedade que se gerou, principal­mente a nível interno, visando a minoração dos efeitos nefastos resultantes da flagelação das re­giões referidas pelo tal fenóme­no que atrasa o desenvolvimento do país. Era a primeira aparição de António Niquice, desde que em Fevereiro desde ano foi elei­to para chefiar o departamento mais exposto à opinião pública no seio do seu partido.

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