O economista Castelo Branco, decidiu escrever uma Carta Aberta ao Presidente da República com a aparente intenção de participar no debate democrático sobre vários assuntos de interesse nacional.
Porém, para gente atenta como nós, ficou claro desde logo que a intenção por detrás da carta era a de insultar sem meias palavras ao Presidente da República, com acusações tão graves quanto caluniosas que ofendem o cidadão Armando Guebuza que é o Presidente da República, sendo que neste último caso, vale a pena recordar que ele foi eleito pelo povo e merece por isso respeito e consideração.
Castelo Branco insulta o Presidente, faltando-lhe ao respeito devido enquanto Chefe de Estado e enquanto cidadão e chefe de família. Castelo Branco vê no Presidente Armando Guebuza um líder ladrão, fascista, oportunista e promotor da guerra e não da paz e um líder divisionista e racista.
Na sua prosa maldosa, Castelo Branco não da um único exemplo e nem cita uma única prova para acusações tão graves o que nos leva a concluir que ele nutre um ódio sem igual a pessoa de Armando Guebuza, cabendo a ele, e só a ele indicar as razoes que estão por detrás de tal ódio.
Ao proceder assim, Castelo Branco confunde a liberdade de expressão com a libertinagem. Confunde o exercício democrático de direito a crítica com crítica irresponsável e criminosa. Confunde indisciplina com um conceito tão lindo que é o da democracia. A forma como escreve denota falta de cultura básica, roçando má educação.
Ao proceder da forma como procedeu, Castelo Branco usa, de forma abusiva e irresponsável um direito fundamental, o de expressão e de opinião, para atingir propósitos inconfessáveis, atacando, nos termos mais baixos, uma figura que por ter sido eleita pelo povo moçambicano e por representar a todos eles no contexto nacional e internacional merece o respeito e dignidade de todos os moçambicanos, incluindo os que não são do seu partido a Frelimo e nem aprovam as suas estratégias de governação.
E numa sentada, por mero capricho de querer protagonismo barato, Castelo Branco agita ondas do adormecido racismo e apela sem o saber a desunião dos moçambicanos. Por causa de atitudes irreflectidas como a sua, os milhares de moçambicanos que apoiam incondicionalmente Armando Guebuza como líder político e se sentem ultrajados pela sua pobre prosa, podem retaliar aos insultos baratos de Castelo Branco, podem atacar a cor da pele a que pertence e podem transformar Castelo Branco numa vítima das suas próprias paranóias e frustrações.
Castelo Branco não acredita na capacidade dos negros. Para ele, só os brancos é que pensam. Por isso até criam instituições, revistas, jornais, blogues onde só actuam brancos e os poucos negros que lá aparecem são instrumentalizados apenas para legitimar as ideias de alguns brancos com uma agenda duvidosa.
Podemos dizer que a carta de Castelo Branco é um apelo a rebelião e a desordem constitucional. Podemos concluir que a carta de Castelo Branco é um apelo a desobediência civil e a violência. Podemos dizer que a sua missiva, longe de contribuir para o debate democrático, apela a nossa consciência sobre os limites institucionais a tolerância, a liberdade da imprensa e da expressão e de opinião. Seguramente, os que bem se beneficiam destes conceitos nunca esperaram que eles fossem usados de forma abusiva para denegrir figuras públicas ou privadas. Vê-se logo que Castelo Branco é um oportunista que trabalha fora da área dos beneficiários da liberdade de expressão e aqui só actua para sujar e prejudicar os que constroem o direito ao livre pensamento.
Neste sentido, solidarizamo-nos com o Presidente da República Armando Emilio Guebuza, que em duas eleições Presidenciais consecutivas mereceu o voto do povo moçambicano e recebeu o reconhecimento internacional de países amigos e não amigos de Moçambique.
Solidarizamo-nos com ele como Chefe de Estado e como chefe de família, como ser humano com todos os sentidos em dia e exortamo-lo a manter-se sereno, liderando os moçambicanos nos inúmeros desafios que tem pela frente nomeadamente no combate a pobreza e na defesa e manutenção da paz que gente da estirpe de Castelo Branco teima em perturbar.
E que sem o saber, Castelo Branco faz parte dos que declaram guerra ao PR e a todos os moçambicanos de bem que ele representa no plano nacional e internacional.
Ao contrario de Castelo Branco e da sua gente, sabemos que o Presidente da Republica é o garante da paz e da unidade nacional, num país que tem inúmeros desafios pela frente para os quais se exige a união dos moçambicanos de bem.
Finalmente, juntamo-nos aos que sentindo a injustiça e má educação de Castelo Branco a pessoa do Presidente da Republica e solicitamos a Procuradoria Geral da Republica que ponderadas todas as questões de Estado, chame a razão e a responsabilidade civil e criminal o autor da insultuosa carta, para que ela não sirva de estímulo a pensamentos arruaceiros como o ora criticado.
A Procuradoria Geral da República deve tomar acções preventivas e educativas para que não se pense que Moçambique é um Estado falido, para que a honra e prestigio dos nossos titulares de órgãos de soberania não sejam postas de rastos, na rua, por pessoas irresponsáveis e mal-educadas.
O país é democrático. Aceita ideias e opiniões diferentes. Mas as suas instituições de Direito, não devem nunca permitir o insulto barato, a acusação sem prova e a calúnia contra quem quer que seja, pior ainda quando se trata de um Presidente da República que além de mais, sacrificou a sua juventude lutando pela Independência do País.
Não nos levem ao racismo barato nem ao tribalismo. Deixem os moçambicanos resolverem os seus problemas na paz e na unidade. Não levantem fantasmas adormecidos de racismo e ódio, pois há muitos moçambicanos brancos que não subscrevem a sua linguagem baixa e insultuosa. Cultivemos a cultura da Paz, do diálogo como forma de resolvermos as nossas diferenças sem recorrermos a calúnia, ao insulto, porque no fim do dia todo cidadão moçambicano tem direito a honra e bom nome.
Somos pela Paz, harmonia social, crítica construtiva e contra o insulto, a calúnia e o discurso bota abaixo!
MC Roger, amigos e seguidores
Maputo, 14 de Novembro de 2013



