
Sobre a media. Certa media tornou-se o elo refinador de desinformação visando denegir a governação de Armando Guebuza. Uma mídia feita por encomenda.
Nunca enaltecem as obras do governo e tentam sempre ser porta-vozes da desgraça.
Esses elementos devido ao ego insatisfeito estão a semear instigar a sociedade moçambicana de ressentimentos e ódios. As cartas abertas são para quê? E porque não fechadas? Li-as todas e achei-as um lixo. Chamam aquilo direito ao exercício da liberdade de expressão?!.. Tentativa de assassinato ao carácter do presidente Armando Guebuza. Sinceramente!… Teses, análises premeditadas, um atentado de distorcer a visão, e que não chegam para fazer das ciências políticas uma ciência exacta…
Não são para criticar mas para deitar abaixo. Deitar abaixo um presidente educador político pragmático, que tem elevado a qualidade da economia de Moçambique e o país nas luzes da ribalta internacional. Chamar os apoiantes do presidente as bases do partido Frelimo de lambe-botas é um despautério e um insulto a mim e a milhões de moçambicanos.
Ódio, inveja e sei lá que mais, no cumprimento de uma agenda de quem lhes paga para isso. De lembrar aqui que nas eleições muitipartidárias Armando Guebuza foi reeleito presidente da república recebendo mais de 75 por cento dos votos e reeleito presidente do partido Frelimo com mais de 90 por cento. De notar que o presidente goza de enorme popularidade junto das forças de defesa e segurança e junto às bases do partido Frelimo. Todos os líderes têm o seu estilo.
A tentativa de subversão político constitucional ao nosso estado de direito a que esssa media chama de crise política como forma legitimar a ilegalidade, apenas pode alienar incautos, distraídos e ignorantes.
O facto de haver pessoas a fechar os olhos aos ataques de bandidos armados e a criticar a reacção das forças governamentais
Será que o governo se distanciou das pessoas? Será?
É verdade que o segundo mandato em todos governos causa quase sempre um certo desgaste à imagem de qualquer governo, por haver anticorpos que se projectam. Mas um bom governante não nasce por acaso mas fruto de circunstancialismos. Apesar dos inúmeros recursos que o país dispõe Moçambique é ainda sob todos padrões ainda um país pobre e subdesenvolvido. Este presidente apostou no empreendedorismo económico para tornar o país economicamente sustentável e tem-no conseguido embora essa prerrogativa exija mais esforço, tempo e adesão daqueles a quem o fenónemo desenvolvimento parecia surreal. É precisamente entre estes cépticos onde se encontra o grosso dos críticos da política económica do presidente.
Guebuza necessita de fazer as pazes com o centro urbano especialmente com a capital do país, mas os ditos intelectuais devem repensar Guebuza e enaltecer-lhe o devido mérito.
Moçambique precisa de paz, mas com este espírito serão necessários anos de um trabalho árduo para aclimatar as pessoas a viver em harmonia e sem ressentimentos de foro confessional e político. Não me abalo de ser chamado de labe-botas já que se trata de um clichê encomendado de gente mesquinha e desaqualificada. Sou pessoalmente um homem de fortes convicções para me melindrar com sopros infelizes de quadrantes recalcados Não me abalam provocações vindo de pessoas que nem sequer me conhecem, quanto mais permitir-lhes assomos de inteligência para ajuizar e qualificar-me pelo escrevi? Sei das razões que as motivam a esse estado de animosidade que de forma contínua parecem atingir a aspiral de ruptura social e suceptível de polarizar os moçambicanos. Certo que existem vários axiomas comunicadores entre pessoas que facilmente se idolatram umas às outras e desrespeitam as que deveriam respeitar. A liberdade de expressão não vive penhorada as mãos da oposição nem capital político de uns em detrimento dos que apoiam as medidas do governo. A única coisa que temos certeza é o momento presente, o futuro só a Deus pertence.



