Início » “CARICATURANDO” O PROFESSOR DOUTOR NUNO CASTEL-BRANCO

“CARICATURANDO” O PROFESSOR DOUTOR NUNO CASTEL-BRANCO

Por admin
83 visitas
A+A-
Reset

“…a palavra dura suscita ira. A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos insensatos derrama estultícia…” Pv 15:1-2

Inicio hoje por lamentar o “divórcio litigioso” entre o Mestre, grande Camarada de Letras e de Armas, e não só, Sérgio Vieira com a Coluna “Carta a muitos amigos”, que ele criou e alimentou durante duas décadas.

 Este desligamento vem privar-nos assim, dos ricos e didácticos ensinamentos de que muitos de nós vínhamos beneficiando quer do ponto de vista de História de Moçambique, já porque doa a quem doer, Sérgio Vieira é uma das referências incontornáveis quando se trata da Luta de Libertação Nacional e da proclamação da República Popular de Moçambique, quer sobre a forma de cultura geral. E, tal como sucede com muitos divórcios, alguns casais, reconciliam-se e voltam a viver juntos até que a velha, manhosa e traiçoeira morte os separe. Eu espero e faço votos sinceros para que haja uma restituição à graça e a relação se restabeleça, pois a falar é que os homens se entendem. Deus nos oiça. Em segundo lugar, e, relativamente ao famigerado Panfleto redigido por um dos poucos “iluminados” Moçambicanos, o desditoso Professor Doutor Carlos Nuno Castel-Branco, Director do IESE (Instituto de Estudos Sociais e Económicos), dirigido ao Mais Alto Magistrado da Nação Moçambicana, utilizando uma das mais baixas linguagens que nem um dos seus mais cábulas estudantes o faria, contrariando desta forma a nossa tradição Africana de respeitar os “mais velhos”, uma vez que o mesmo (panfleto) insultuoso foi suficientemente comentado por inúmeros intelectuais da sua iguala e cidadãos vulgares da praça, quem sou eu para acrescentar algum til àquele “lixo”, que em absoluto nem do ponto de vista literário vale algum chavo!? Mas, para não assistir à contenda de braços cruzados, e porque infelizmente julgo conhecer física e suficientemente o ilustre Doutor, (incluindo um dos seus ancestrais que foi meu conterrâneo – Castelo Branco vulgo Txikwembu – morto na década Sessenta em circunstâncias dramáticas na sua loja na nossa vetusta vilazinha de Inharrime), resta-me apenas, para o benefício dos que não o conhecem, assumir o papel do falecido Mestre Malangatana Valente Ngwenya ou do Humorista Sérgio Zimba representá-lo em formato de “Caricatura Escrita”: Fisicamente, o Professor Castel-Branco, na década setenta foi membro das Forças Populares de Libertação de Moçambique (FPLM), reconhece-se por possuir um corpo amorfo, não musculoso, mas cheio de muita gordura e as suas formas são talhadas em linhas curvas. O contacto da sua mão é brando e húmido; dedos grossos, curtos nodosos com extremidades espatuladas. Tímido, preguiçoso, descrente, dá passos lentos no seu andar com cabelos abundantes, ordinariamente castanhos-claros e a cor do seu corpo muito branca o seu nariz côncavo de terminação redonda lábios grossos brancos e moles e de queixo largo e torturado por sonhar (acordado), sonhos de ouro e, os manjares apetitoso são a sua contínua tentação e absorvem grande parte dos seus pensamentos. O seu estomago é lento e funciona mal; o hálito é mau. O seu pecado predilecto é a Gula e em segundo lugar a Preguiça. Satisfeito o estômago, o sono é uma das suas maiores necessidades. Assim sendo, nunca consegue acordar por si só, senão através do despertador. Fim da “Caricatura”. Novo parágrafo. Quando eu era adolescente acordava muito cedo, (quatro da manhã, hábito que prevalece e acompanha-me até aos dias de hoje, observando aquele horário, que sempre o cumpri sem despertador), dizia eu que acordava cedo para ir espantar perdizes e macacos na machamba da minha avó. Aos dorminhocos nós costumávamos acordá-los de várias formas, desde deitar-lhes água fria na cara, tocar “Txigovila” nos ouvidos indo ao ponto de desferir-lhes alguns bofetões nas bochechas. Em jeito de retoque à “caricatura”, presumo que o ilustre Doutor redigiu a famigerada missiva em estado de vigília provocado por um sono magnético, um estado que os grandes Hipnotizadores franceses Alfredo de Hont (Donato) e La Salpêtrière, da Escola do Hipnotismo de Nancy caracterizá-lo-iam de estado cataléptico, letárgico e sonambúlico, portanto induzido, e com o subconsciente afectado. Assim sendo, só com dois valentes e sonoros bofetões naquelas rosáceas e reluzentes bochechas é que podem trazê-lo de volta à consciência entorpecida. Em 2009, tive o grato privilégio de dar-lhe um “puxão” nas suas orelhas cor-de-rosa, após ter publicado algo semelhante à presente “escória”. Afigura-se-me que como é exagerado nas suas tendências intelectuais, a maior parte da vida deste senhor, tem todas as suas afeições uma base sentimental. Parece-me também que não consegue perdoar-se do facto de nunca ter conseguido convencer e chamar a atenção da classe dirigente a dispensar-lhe algum lugar visível fora das Academias, apesar das inúmeras e fastidiosas palestras que tem vindo a realizar todas elas eivadas de profundo ódio oculto, grande aversão e ressentimento à classe governante. Para benefício de quem não teve acesso ao tal lixo, permitam-me transcrever a última parte do mesmo. “Sexto,podemcriticar o tom da minha carta e o estilo. Todas as criticas me ajudam a fazer melhor. Eu próprio sou acérrimo crítico de mim e da minha escrita, e isso jauda-me a melhorar. Eu próprio não gosto tanto do estilo da minha carta. A próxima carta vai ser melhor, mas será sobre os mesmos assuntos, com a mesma paixão. Melhor significa maia poderosa.Porque já está a tornar-se corriqueiro, que qualquer troglodita carriça dentirrostro apareça a dar os seus pios e depois desapareça selva adentro incólume sem ser fisgado por nenhum “predador” de passarinhos, urge tomarem-se medidas corretivas.

Artigos relacionados

Focus Mode