
Azáfama? Nem pensar! Foi o que domingo constatou ao “visitar” algumas famílias a poucas horas do dia 25 de Dezembro. Ainda assim, o significado desta data não sofreu interferências. O que ocorre é que a gente cá da terra parece andar regulada, tanto na animação, como na aplicação da sua verba. O momento parece obrigar. Outro aspecto a ter em conta é que se durante comemorações transactas as vias de acesso nos bairros e as fachadas dos estabelecimentos comerciais ganhavam enfeites excepcionais para fazer jus à ocasião isso ficou, por enquanto, lá mesmo no passado.
O presente segue sem cor e sem exalação à festa. Somente a música, a som alto e impetuoso, introduz alguma força e ilustra o momento.
Foi o que se encontrou em casa da família Mahlope, no bairro de Maxaquene “A”, onde vive o chefe da casa e sua esposa Carolina Massango, de 76 anos, com quem domingo conversou de forma animada.



