Estudantes finalistas do ensino secundário do primeiro e segundo ciclo (10ª e 12ª classes), entrevistados pelo domingo em Chimoio a propósito dos exames realizados na semana passada, disseram que as avaliações foram acessíveis apesar de nalgumas disciplinas os enunciados terem aparecido com problemas de impressão.
Mesmo assim, os estudantes afirmam ter feito o possível para obter notas que lhes permitam obter bons resultados.
domingo percorreu algumas escolas. Uma delas é a Escola Secundária da Vila Nova onde conversou com Rita Calisto Fernando, aluna da 10ªclasse, que disse esperar bons resultados, pois durante o tempo de preparação estudou muito para transitar de classe.
Entretanto, a disciplina de Matemática foi a complicou, contudo Rita Fernando garante ter superado as dificuldades.“Espero ter uma nota que dá direito a passagem de classe”, disse.
Marque Joaquim Torcida,da mesma escola, afirmou que entrou para a sala de aula“pronto para qualquer exercício”. Até porque “fui ao exame com boas notas. As que vou conseguir nos exames serão suficientes para seguir para a 11ª classe”, referiu.
Na Escola Secundária Samora Moiseis Machel, em Chimoio, examinandos que falaram ao nosso jornal disseram que os exames foram acessíveis.
José Nobre, estudante da 12ª classe, declarou que estava satisfeito. “Sei que fiz alguma coisa. O teste que me embaraçou um bocado foi o de Física, mas a culpa foi minha, pois durante a preparação ignorei esta disciplina achando que era a mais fácil para mim. Mesmo assim fui capaz de fazer alguma coisa. Espero ter, no mínimo, dez valores”, frisou.
Informações em nosso poder indicam que em todos distritos da província de Manica os exames decorreram sem complicações. Mesmo nos distritos de Macossa e Gondola, que fazem limite com as conturbadas zonas de Gorongosa e Marínguè, em Sofala, regiões aterrorizadas pelos homens armados da Renamo, todos alunos realizaram exames e as escolas funcionam em pleno.
Domingos Boaventura



