
A LAM transportou até ao momento mais de 300 mil passageiros, o que representa um incremento assinalável de 13 por cento em relação a igual período do ano passado. Os dados foram tornados públicos num encontro de balanço da LAM, no qual se fez avaliação Plano Estratégico 2011 – 2013, concretamente no concerne ao desempenho dos primeiros seis meses do ano em curso.
Em termos de receita global, a companhia aérea de bandeira nacional arrecadou mais de 2.200.000.000MT no que se refere a proveitos operacionais, representando um crescimento na ordem de 8 por cento, comparativamente a igual período de 2012.
Ainda no mesmo período, a LAM aumentou a oferta de lugares no mercado, com a aquisição de quatro aeronaves a jacto, sendo que, duas destas, “Embraer 145”, estão posicionadas nas bases operacionais de Tete e Nampula, onde iniciam os voos que são realizados pela subsidiária “MEX”.
“Exponenciamos as vendas pela “internet”, que superaram os registos do ano passado em 52 por cento, representando actualmente uma parte significativa estimada em 6 por cento das nossas receitas globais. Insuflamos o nosso quadro de pessoal navegante técnico, com a graduação de 15 novos pilotos. Deste grupo, seis são do sexo feminino, tendo 5 terminado com êxito o curso na Flight Academy, da Etiópia. Os restantes cadetes foram formados na 43 Air School, da África do Sul. Iniciámos a formação de 5 instrutores para PNC (Pessoal Navegante de Cabine), que continua a decorrer”, disse Marlene Manave, Administradora-delegada da LAM.
De acordo com Marlene Manave, a LAM obteve excelentes resultados na auditoria IOSA e ISO, evidenciando que o sistema de gestão da qualidade mantém-se ao nível dos padrões internacionalmente reconhecidos por parte da companhia.
De salientar que, a LAM, pelo segundo ano consecutivo foi nomeada para o “Prémio de Companhia Aérea Líder Africana na Classe Económica”, promovido pela “World Travel Awards” que, segundo os experts, são os «Óscares do Turismo Mundial».
“Estas conquistas servem de incentivo para a consolidação das nossas operações, visando a rentabilização da frota que duplicou nos últimos 4 anos, passando para 12 unidades o que favoreceu a abertura de novas rotas e o aumento de frequências nos destinos de maior demanda”, salientou Marlene Manave.
A administração da LAM mantém o compromisso de colocar a companhia na corrida pelo cumprimento da meta de transportar este ano mais de 700 mil passageiros, bem como um crescimento de 22 pontos percentuais em relação ao ano de 2012.
LAM voa para
Mocímboa da Praia
. Companhia regista66 mil passageiros só no mês de Julho, marco alcançado pela primeira vez desde a sua criação em 1980
A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) pretende iniciar voos para a vila costeira de Mocímboa da Praia, oferecendo mais opções aos clientes que se deslocam à província de Cabo Delgado, no Norte do país.
Paralelamente à este projecto, Marlene Manave, administradora-delegada da LAM, disse que a nossa companhia de bandeira está em busca de parcerias para iniciar voos entre Moçambique e as Ilhas Mayotte, no Oceano Índico.
Num outro desenvolvimento, Manave referiu que a empresa Linhas Aéreas de Moçambique efectuou, somente no mês de Julho passado, o transporte de 66 mil passageiros, um marco alcançado pela primeira vez desde a criação daquela companhia de serviço aéreo em 1980, facto que abre boas perspectivas aos indicadores o desempenho do semestre em curso.
Contudo, Marlene Manave chamou atenção para que os resultados alcançados não sirvam de “conforto” para os profissionais daquela companhia de bandeira nacional, visto que, apesar de positivos, não foi ainda possível alcançar os níveis de crescimento, principalmente no que se refere ao posicionamento de aeronaves nas províncias, de onde se esperava uma maior utilização dos equipamentos.
“Esta avaliação, que permitiu identificar as causas de raiz de tal incumprimento, conduziu-nos à elaboração de um plano de acções correctivas, recomendando, em primeira mão, à revisão do horário, adequando-o às reais condições e necessidades dos mercados, de modo a garantir a sustentabilidade das operações”, disse Marlene Manave, acrescentando que o alcance deste marco depende da criatividade e agressividade nas estratégias, pois, em toda a cadeia de valores, a LAM deve criar condições para que os seus voos tenham uma ocupação média efectiva acima de 75 por cento.”



