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Novo campo de futebol será construído em 2014

Por admin
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Em Fevereiro de 2014 o Clube Desportivo Estrela Vermelha de Maputo reúne-se em mais uma Assembleia Geral, na qual serão eleitos novos corpos gerentes da colectividade. Até ao momento nada se diz de uma eventual sucessão de Luís Manhique do cargo de presidente de direcção. O próprio deixa o assunto em aberto.

“Não sou candidato pessoal ou de iniciativa própria, mas pondero a confiança que os sócios depositaram em mim na última Assembleia-geral extraordinária , em Julho deste ano, sobretudo pela instabilidade que o processo de construção do novo campo, que por base de alienação do actual, carece.  Se esse objectivo fundamental se mantiver nas próximas semanas, é obvio que serei candidato. Tenho também o desejo, ai sim pessoal, de me bater até a colocação da última pedra da construção do novo campo, projecto sobre o qual já não temos muito tempo”,  Luís Manhique.

Portanto, do  presidente Manhique percebe-se que no  próximo ano o Estrela Vermelha terá novo campo de futebol. Fica por saber se será construído  no Município de Maputo ou na Matola.

“O próximo ano, depois de ultrapassadas todas as questões jurídicas e de legalidade do próprio projecto, obrigatoriamente temos que sair do papel para o terreno de construção do novo campo. Já não tempos qualquer impedimento para fazer isso, salvo a aprovação dos projectos de arquitectura, engenharia e técnico que estão a ser elaborados por agentes ou consultores para o efeito contratados. Por outro lado, entre 14 e 16 de Janeiro teremos que apresentar aos sócios e a comunidade desportiva nacional aquilo que vai ser o novo campo de futebol do Estrela Vermelha”.

Quanto a saúde financeira do clube , Manhique disse que não se pode dizer que o clube respira saudavelmente. Entende ele que o clube  tem “condições para se preparar para isso, erguendo o novo campo, com condições desportivamente aceites para a prática de bom futebol e outras instalações , das quais o clube passará  a ter rendimento para essa auto sustentabilidade financeira, acima de tudo ”, disse.

 Manhique deixou claro que “não se pode pensar que os fundos provenientes da alienação do actual campo sejam usados para salários e outras despesas que não tenham directamente o fim para o qual foi decidido. É verdade que paralelamente a isso, neste momento estamos a empreender em várias áreas, e em vários sentidos, acções que estão a resultar num crescimento saudável das nossas fontes de receita para atender  de imediato às questões desportivas e sociais “.

A terminar, Manhique apela para que “ sejamos humildes e assumir que, apesar do crescimento das fontes de receita e todas as perspectivas que existem nesse sentido, ainda estamos ligeiramente longe do nosso objectivo final”.    

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