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Um Natal diferente

Por admin
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Afinal Deus está vivo, não morto, conforme os filósofos materialistas pretendiam.

 

O Natal foi há pouco, e para que a oferta dos mercados  para consumo se fizesse em glória daquele que em vida eram a simplicidade em pessoa, e que recusou sempre  a ostentacão e o culto da vaidade.

Se no materialismo ateu o partido substituía a igreja, o consumismo materialista impos os centros comerciais como o maior local de adoração e culto. E em ambos os casos Deus é omnipresente na sua chancela de observador equidistante permitindo aos homens a superação das suas fraquezas em direcção a Ele.

Cristo de facto era um homem simples e bom, e para ele a maior de todas as riquezas era salvação da alma, porque é no Céu onde está o maior dos tesouros.

Esta afirmação de Cristo  testemunhado nos vários envagelhos obra dos seus discípulos na Bíblia, pressupõe que a riqueza material corrompe, pois ela reflecte o mundanismo, o egocentrismo e o culto da vaidade. Não fica bem nem à comunidade, aos mocambicans em geral, nem à comunidade internacional, ostentarmos riquezas acima das potencialidades económicas actuais do país.

Devemos naturalmente consumir para satisfazer as necessidades básicas e práticas, mas o que vai para além disso é supérfluo.

Uma pessoa consumista compulsiva não pode olhar para os outros, muito menos pode ser sensível aqueles???? que pouco ou nada tem, por cultivarem  o egoísmo além de normalmente serem pessoas  fúteis.

Ora é aqui que o verbo vivo se torna em pessoa. Cristo pregou o perdão, amor ao próximo, solidariedade com os pobres e contra a opulência, falta de inclusão, humildade e todas as religiões filhas de Abraao pregam o mesmos princípios.

O verdadeiro cristão é aquele que pratica os seus ensinamentos como o PAPA Francisco.

 

Cristo vive no coração  e na casa daqueles que praticam o bem.

Não se pode ser um verdadeiro cristão se não fazemos o bem ao próximo, porque se o fizermos estamos a cumprir a dar sentido a missão individual, que é efémera aqui na terra.

Se até Cristo, o único rosto humano que tinha ligação directa com Deus também morreu, um dia também vamos naturalmente testemunhar essa passagem, que nos levará ao seu encontro e daqueles que ao longo de séculos se mantiveram crentes da sua doutrina.

Mas podemos sempre nascer e crescer de novo como Ele ressuscitou bastando para isso ter fé.

 

Por isso nesta quadra festiva devemos reflectir sobre a missão voluntária que cabe a cada um de nós. Em casa, na comunidade ou no emprego.Temos de tentar transcender a um nível de compatibilidade com os desígnos da missão que nos foi confiada por profetas que viveram agonias ao tornar o verbo perceptível aos indigentes, andarihos, como hoje sentimos  a existência dos sem abrigo e pobres neste frio canadiano.

 

Dinheiro é bom tê-lo, mas não devemos viver obcecados em tê-lo, e quando temos sé é util quando este serve para ajudar a família e ajudar com um sorriso aqueles pouco afortunados e ostracizados pelos governos, e sociedade. Porque na verdade só seremos verdadeiramente humanos quando nos transcendermos e abrirmo-nos para os outros sem esperar nada em troca. Devemos crescer dando largas a criação de associacões filantrópicas e de solidariedade humana.

É nossa missão em todos Natais, e também sempre que pudermos contribuir para o sorriso das crianças, pessoas idosas e doentes e aqueles com deficiência física.

 

Moçambique Rumo ao Progresso

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