Decididamente a tecnologia veio para ficar. E nem vale a pena queimar fósforo a pensar de maneira diferente. Há muito entramos para a fase boom da tecnologia digital.
Na minha recente estada na terra do samba fiquei agarrado a uma notícia que passava numa estação televisiva. A peça em alusão referia-se a mais uma invenção tecnológica que os brasileiros decidiram deitar à mão, no caso vertente passadeira a 3D, ainda em fase experimental.
Passo a explicar: o automobilista ao se aproximar da passadeira e estando um transeunte a atravessa-la o efeito que ele vê é o de alguém que está galgando degraus da escada.
Estudos mostram que perante aquela visualização os automobilistas reagem quase instintivamente e reduzem a velocidade. Aliás, o Brasil apresenta índices elevados de acidentes de viação do tipo atropelamento – como cá em casa -, choque entre carros, e de outra natureza.
Na perspectiva de inverter este estado de coisas, as autoridades daquele país, a curto prazo, vão sancionar todo o indivíduo que não atravessar pelas passadeiras (multa pecuniária) /ou não respeitem os sinais luminosos.



