Em 1999/2000, em Pemba, vivia com um grupo de cinco miúdos da minha família (sobrinhos, irmão), a quem jurara que pelo menos cada um fizesse a 10ª classe, depois do que poderia escolher o caminho que quisesse, pois, a seguir, precisaria de cuidar convenientemente dos meus filhos.
Todos concluíram a classe combinada no mesmo ano e, como estava programado, espalharam-se. O meu irmão ficou jornalista, em Nampula, aonde depois foi desenrascar-se. Um dos meus sobrinhos, embora tivesse saído da minha casa, igualmente, tornou-se repórter do jornal local, chamado VOZ DE PEMBA, o outro ficou contratado como professor e a minha sobrinha (que não vivia directamente comigo, mas às minhas expensas) foi a Tete ser professora, depois duma formação em Quelimane.



