No dia 5 de Novembro do ano passado no avião que fazia o trajecto Lichinga-Maputo, com escala em Nampula, viajava o presidente do Conselho da Administração das Linhas Aéreas de Moçambique, António Pinto de Abreu. O seu lugar estava na classe económica, entre duas cadeiras, uma das quais por mim ocupada.
Fez mossa a atitude do PCA, mesmo entre a tripulação que não sabia, provavelmente, que viajaria com o seu boss e naquelas condições. Tinha sido assim que, logo à saída, planeara. Não quis ser “o primeiro a chegar” como podem estar a pensar os que gostam da executiva. Ficou connosco até Maputo, perto de 4 horas depois.



