Desde que se começou a falar sobre a magnitude das mudanças climáticas, que a conversa em torno dos impactos das épocas chuvosas tem andado sempre a roçar cada vez mais as pontas mais aguçadas. As ondas de preocupação têm subido a cada ano, sempre que se fazem as antevisões sazonais da época chuvosa. Voltar a ver as cidades de Chókwè e Xai-Xai submersas não deixou de ser somente um motivo que faz adensar os níveis de preocupação. É, acima de tudo, merecedor das mais elevadas doses de solidariedade para com todas as comunidades afectadas na época chuvosa 2025-26.
Gostaríamos de trazer à colação reflexões levantadas desde que começaram a ser partilhados pontos de vista sobre a melhor gestão das águas ribeirinhas, tendo em conta que é considerado um dos recursos naturais finito. Foi nessa ocasião que se começou a ventilar que o aquecimento global teria como consequência directa a escassez de água para o consumo humano.
Em relação à gestão das águas da bacia hidrográfica do Limpopo, muitas projecções foram apresentadas, as quais, hoje, fariam todo o sentido se tivessem começado a ser implementadas. Eram soluções de engenharia que retirariam do risco às cidades de Chókwè e Guijá, assim como todas as povoações localizadas à jusante.Leia mais…



