“Quanto àquele que torna mal por bem, não se apartará o mal da sua casa” – Pv 17:13
“Uma das vantagens da velhice é que as pessoas nos respeitam só pelos cabelos brancos e dizem toda a espécie de coisas simpáticas sobre nós que não se baseiam sobre quem somos realmente” –Nelson Mandela
Sem querer “ressuscitar” o grande René Descartes, autor da célebre frase“Penso, logo existo” e ou “inovar” Escolasticismos Medievais, mas apenas preocupado como ele (Descartes) com a ordem e a clareza do que escrevemos como cronistas e colunistas e ou como redactores dejornais diários e hebdomadários, leitores de noticiários e outras informações atinentes à actualização da opinião pública,confesso mais uma vez que quanto mais velho me torno, estou a ter muitas dificuldades em engolir alguns sapos da chamada linguagem da Modernidade, prenhe de erros crassos, diferentes como toda a gente sabe do erro comum a que todos nós estamos sujeitos devido à nossa imperfeição como humanos. Não me refiro, é claro, da escrita das chamadasSMS, que como se sabeé a sigla do termo em inglês “Short Message Service”, que em português significa Serviço de Mensagens, que são uma verdadeira aberração.
Kandiyane Wa Matuva Kandiya



