“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete (…); e os vivos que o tomem em consideração”–(Eclesiastes 7:2).
De cenho franzido e muito espeloteado, li, nas páginas 12 e 13 do último “Domingo” de Julho passado, o depoimento duma pobre adolescente de apenas 16 anos, mas já desajuizada, visto que lhe deu de frequentar cemitérios sem saber o que vai lá fazer nem o significado de um cemitério. Insensata e pobre criatura! Apesar de trazer pendurado no seu (dela) pescoço uma cruz, sinal de que se identifica com o sofrimento d'Aquele que nela (cruz) sucumbiu dolorosamente sem culpa, não obstante, a mocinha anunciou publicamente sem nenhum sinal de constrangimento na cara que ela e as suas tias imitam e seguem “a civilização brasileira”, que no seu (delas) entender é a mais sensata, visto que, para elas, “ir ao cemitério de saia curta e Short não é nenhum problema”, palavras da despudorada adolescente de seu nome Mira Matsinhe, entrevistada pela jornalista Carol Banze, no seu artigo sobre “Moralidade”.



