- Mais testemunhas voltam a ser ouvidas esta semana
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM) mantém a sua perseguição com vista ao esclarecimento do caso da tentativa de contrabando de marfim que tinha como destino o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, tendo começado com a audição das primeiras das 27 testemunhas arroladas.
Para esta semana, são esperados novos depoimentos que posam desvendar os contornos que levariam a uma engenhosa, mas dissimulada, tentativa de contrabandear 644 pontas de marfim, o equivalente ao abate de cerca de 174 elefantes. Os factos remontam a Março de 2024, estando a ser apreciado na 7.ª Secção Criminal do TJCM, através do processo n° 11/2025- A.
Na audição desta semana, o então chefe das operações das Alfândegas precisou que o contentor não foi submetido a análise através do sistema de “scanner” existente no Terminal Internacional Marítimo de Maputo, versão que corrobora com aquela que foi dada por um dos cinco co-arguidos, o qual precisamente estava afecto à área do “check-in”.
Ainda segundo a testemunha, o contentor não chegou a embarcar no navio, visto ter sido emitida uma medida cautelar pelo facto de terem sido levantadas suspeitas. Explicou que a principal suspeita prendia-se com o facto de envolver a exportação de milho para o Dubai, operação a qual, simultaneamente, foi considerada incomum e rara naquele terminal portuário. Disse que, de imediato, foi feita a solicitação, pela via telefónica, do isolamento do contentor, o qual já se encontrava na área reservada a uma das concessionárias que actua Leia mais…



