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O mosquito continua a fazer “dançar” cientistas em todo o mundo. A busca de uma vacina contra a malária continua a ser bico-de-obra, não obstante resultados de pesquisa efectuada em Moçambique oferecem um fio de luz no fundo do túnel.
O mundo já fez de tudo. Esmerou-se em campanhas de prevenção, distribuiu redes mosquiteiras, produziu repelentes e disponibilizou medicamentos anti maláricos.
Na contracorrente, a parasita de malária, com o mosquito como vector principal, expandiu-se ao ritmo de varias mutações que adoptou, confundindo toda tecnologia de produção de vacinas, fármacos e repelentes.



