O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Associação do Instituto Moçambicano De Governação Corporativa (IGCmz), Daniel Tembe, disse que a Governação Corporativa ainda é incipiente no nosso país, tanto que são poucas as instituições que a implementam e as que fazem é por influência de parceiros estrangeiros. A excepção, segundo avançou, são os bancos e as seguradoras.
Por seu turno, Narciso Matos, académico, destacou que uma das coisas mais importantes que Moçambique precisa é de melhor governação das instituições públicas e privadas. “Por isso, este congresso veio em boa hora”.
Enquanto isso, a PCA do Standard Bank, Esselina Macome, referiu que não há nenhum país que desenvolve sem ter instituições fortes. É neste contexto que defende que este é o melhor momento para se criarem bases para uma boa governação.
Os intervenientes falavam no âmbito do primeiro Congresso de Governação Corporativa de Moçambique que decorre na cidade de Maputo, sob o lema “O papel da governação corporativa na transformação e sustentabilidade dos negócios”.
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