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O ano de 2016, que ontem findou, decorreu num contexto de muitas vicissitudes no capítulo laboral, sobretudo do ponto de vista de condições para a criação ou promoção de mais empregos no país, não obstante os ganhos alcançados.
Estas constatações
foram feitas pela ministra
do Trabalho,
Emprego e Segurança
Social, Vitória Dias Diogo,
durante um encontro de despedida
ao ano de 2016, mantido
com 90 funcionários dos serviços
centrais do seu pelouro, em
representação de todos os colegas
do país.
Vitória Diogo explicou que os
desafios no sector laboral iniciaram
logo em 2015, não apenas
por se ter tratado do ano de início
de um mandato governativo,
como também pelo prenúncio de um exercício socioeconómico
e laboral que o país viria a enfrentar,
caracterizado por muitas
dificuldades.
Já no ano de 2016, o desempenho
do mercado laboral conheceu
ainda muitas dificuldades,
que fizeram com que muitos
projectos e sonhos susceptíveis
de criarem mais empregos
para os moçambicanos não se
concretizassem, não obstante
as medidas activas optadas
para cada caso e circunstâncias.
Todavia, a governante disse
que, no cômputo geral o ano
teve um desempenho assinalável
ao nível laboral e da administração
do Trabalho, período
durante o qual foram feitas reformas
na dinâmica do mercado
de trabalho, com a aprovação
de vários documentos reguladores
do mercado, quer de âmbito
nacional, como internacional,
sobretudo em termos de convenções.
Atribuiu todo o esforço aos
funcionários do seu sector pelo
feito, ao mesmo tempo que lhes
chamou à responsabilidade
para que no ano de 2017 façam
mais esforço, visando melhorar
a contribuição do Ministério do
Trabalho, Emprego e Segurança
Social (MITESS) nos resultados
globais do país, do ponto de
vista das políticas e metas governativas.
Disse, ainda, que o país
demonstrou que é soberano e
que pode funcionar, como Estado,
mesmo no meio de adversidades,
sobretudo como
os de natureza económica com
que debateu durante os dois
semestres, alguns deles sem
precedentes e longe da previsão
nacional.



