
O governo moçambicano autorizou, na última sexta-feira, a comercialização de 1716 toneladas de frango e seus derivados importados do Brasil e de outros países que estava sob alçada da Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE), no âmbito da interdição temporária da venda daquela carne importada.
A decisão do levantamento desta interdição foi tomada por Ministérios da Saúde (MISAU), Indústria e Comércio (MIC), Agricultura e Segurança Alimentar, bem como da Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) e Autoridade Tributária de Moçambique (AT), depois que o resultado das análises laboratoriais demonstrou que o seu consumo não constitui perigo à saúde pública.
Contudo, aquelas entidades salientam que se mantém a proibição de novas importações de carnes, frangos e seus derivados até que haja informações actualizadas sobre a quota do produto e o numero de entidades indicadas para fazer à importação, de modo a suprir o défice anual situado na ordem de cinco mil toneladas que se denota no país, principalmente durante à quadra festiva.
Em relação aos nove contentores de frango apreendidos no âmbito da interdição e que se encontram acondicionados nos portos de Maputo, Beira e Nacala, correspondentes a cerca de 250 toneladas, aguarda-se pela actualização da quota, para o ano de 2017. Trata-se de um instrumento a ser aprovado dentro de 15 dias, que vai nortear o destino daquela mercadoria.



