Continuar a apoiar e a implementar programas e projectos que beneficiem as micro, pequenas e médias empresas, assim como os pescadores artesanais, por serem os principais geradores de emprego e renda para a população, sobretudo para mulheres e jovens; fomentar e orientar os investimentos públicos e privados para projectos e acções prioritárias da economia azul são alguns dos desafios lançados pela Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi, a Oswaldo Petersburgo, empossado esta tarde como Presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul (ProAzul).
Com o ProAzul, o Governo pretende assegurar meios financeiros que concorram para uma exploração sustentável dos recursos existentes nas águas interiores, mar e linha da costa, assim como a conservação dos ecossistemas marinhos, em benefício último da população moçambicana e, consequentemente, do desenvolvimento sócioeconómico de Moçambique.
Desde a sua criação, o ProAzul financiou 20 empresas, no valor de 510 milhões de meticais, beneficiou em regime de comparticipação 4.624 operadores da cadeia de valor da pequena produção pesqueira e gerou 6.163 empregos directos e 9.105 empregos indirectos, na cadeia de valor da pesca e aquacultura, de entre outros.
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