
A castanha de caju e a macadâmia produzidas no nosso país não podem ser exportadas para o gigantesco mercado chinês porque não constam na Pauta Aduaneira daquele país. Para se reverter este cenário, várias instituições nacionais correm contra o tempo em diligências para assegurar que estes produtos sejam vendidos por lá. Na última visita que o Presidente da República, Filipe Nyusi, efectou à China assinou um conjunto de acordos, entre os quais se destaca um que visa o início da exportação de produtos que tradicionalmente não entram naquele país, nomeadamente tabaco, castanha de caju e macadâmia, entre outros.
Entretanto, para a efectivação destes acordos era necessário que fossem rubricados outros protocolos comerciais de modo a que estes produtos pudessem constar na pauta de trocas comerciais aduaneiras chinesas, uma vez que se trata de produtos novos para eles, mas já estão a precisar deles.
Porque o assunto é de todo o interesse das partes, do lado moçambicano já decorrem acções no Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA), Ministério da Indústria e Comércio (MIC) e Autoridade Tributária (AT) para rapidamente se produzir instrumentos de índole aduaneiro que acomodem a exportação destes produtos para a China.
“Este problema é real, mas acredito que brevemente será ultrapassado. E, se conseguirmos este mercado, teremos o desafio de aumentar a produção porque exportar para a China significa aumentar a nossa escala porque se trata de um mercado com uma grande demanda”, referiu Ilídio Bande, director do Incaju. Leia mais…
Texto de Angelina Mahumane
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