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Nacala recebe “Moçambola” a partir de Setembro

Por admin
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O Desportivo de Nacala poderá começar a receber os seus adversários em casa a partir da quarta jornada da segunda volta do Campeonato Nacional de Futebol, Moçambola, durante o mês de 

Setembro próximo.

A relva sintética já está desde a última quarta-feira nos armazéns do empreiteiro da obra, Royal Sociedade, na cidade de Nacala-Porto.

Segundo as previsões, o adversário que poderá baptizar o campo será o Ferroviário de Nampula, outro representante da província no campeonato nacional.

De acordo com o presidente do Desportivo de Nacala, Mahomed Munir, é esperada a partir de amanhã, segunda-feira, a chegada a Nacala –Porto dos técnicos chineses que vão fazer o trabalho da colocação da relva no campo.

Instado a falar sobre quando é que poderá iniciar o processo da colocação da relva, Munir disse que não é possível adiantar a data porque os técnicos ainda não chegaram a Nacala.

Apenas sabe-se que dentro de dias estarão entre nós e mesmo assim o empreiteiro está a terminar a colocação da última fiada de betão no campo. Mas posso adiantar que logo que eles chegarem os trabalhos vão iniciar – explicou Munir.

De acordo com o plano do empreiteiro, o processo de colocação da relva naquele recinto desportivo poderá durar 15 dias, esperando-se que até final do mês de Julho este trabalho seja concluído. Depois desta fase haverá igualmente a colocação de arame de vedação ao redor das quatro linhas do campo.

Enquanto isso, decorrem ainda naquele campo as obras de construção dos balneários. Mahomed Munir garante que esta intervenção poderá terminar em simultâneo com o da colocação da relva.

Ainda em conversa com o presidente do Desportivo de Nacala, ficamos a saber que devido a exiguidade de fundos, as intervenções que estavam previstas no campo não serão totalmente realizadas.

Para além da colocação da relva e a construção de novos balneários, estava também previsto o aumento das bancadas e construção da nova tribuna.

Sendo assim, as intervenções das bancadas poderão acontecer enquanto o campo acolhe partidas do “Moçambola”, alegadamente porque os fundos para suportar as despesas dos trabalhos poderão vir das receitas do jogo.

Neste momento queremos dar prioridade aos balneários e o campo. As outras intervenções poderão acontecer na medida em que conseguirmos fundos. Acreditamos que com as receitas dos nossos jogos poderemos conseguir intervir outras partes. O muro só poderemos melhorar quando o campeonato parar, neste caso em Novembro, disse Munir.

Num outro desenvolvimento, abordando as perspectivas da segunda volta do “Moçambola”,  Munir disse que a sua formação vai continuar a lutar para terminar a prova na quarta ou quinta posições. 

A equipa técnica dispensou um total de seis jogadores que não produziam como se pretendiam, dos quais dois estrangeiros, sendo um camaronês e outro tanzaniano.

De referir que o camaronês Djob foi dispensado devido a falta de visto enquanto o Tanzaniano, Michel não produziu o suficiente para convencer a equipa técnica.

No lugar destes, Nacir Armando reforçou a equipa com seis juniores do clube e dois vindos do Ferroviário de Nampula.

A primeira volta terminou bem e entramos nesta segunda optimistas em conseguir concretizar aquilo que são os nossos objectivos, que consiste em nos manter neste campeonato. Mas se conseguíssemos o quarto ou quinto lugar ficaríamos mais felizes, finalizou 

 

Abibo Selemane

habsulei@gmail.com

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