
Quando em 2015, começou a circular nos bastidores que o prémio literário SONANGOL –(cinquenta mil dólares) – havia sido ganho por um moçambicano, poucos acreditaram. Mas dias depois era feito o anúncio oficial: Suleiman Cassamo, através da obra “A carta de Mbonga”, tinha sido o primeiro escritor moçambicano a conquistar o galardão angolano.
Abria-se uma nova página em termos de reconhecimento da qualidade de escrita dos moçambicanos. Porém, o feliz contemplado que em tempos ganhara outros prémios, internacionalmente, tinha um vazio – o facto de à altura do prémio SONANGOL não ter conquistado nenhum galardão moçambicano. “Foi um prémio recente e importante porque no panorama das literaturas portuguesas representava a nossa afirmação. Esse prémio é uma vitória”.



