
Privamos com ele durante um ano no semanário domingo, quando ainda em estágio. Por inerências e conveniências, passou, em 2002 para a redacção do notícias – jornal da mesma casa. Hoje, assinala quinze anos de carreira e os tem marcado através de uma veia que lhe é peculiar – retratar em livro, algumas das muitas histórias que persegue. Seu nome é Hélio Filimone.
Alto, possante e de presença inquestionável, Hélio Filimone, sempre de sorriso rasgado, é um daqueles jornalistas que facilmente se enquadra nos ambientes por onde trabalha. Aliás, não será por acaso que escreve livros relacionados à Polícia. Fê-lo em jeito de homenagem a um dos comandantes mais mediáticos da Polícia da República de Moçambique, Jorge Khalau, através do livro com o título: “Comandante Jorge Khálau”.
Depois do lançamento do seu mais recente livro, encontrámo-lo relaxado e aproveitamos para uma conversa curta e rápida sobre o seu mais recente livro intitulado: Caso Diana e o tráfico de pessoas em Moçambique.
A obra tem dois temas. Na primeira parte fala dos seus quinze anos de jornalismo. Na segunda parte, o autor escreve sobre o caso Diana (Aldina dos Santos), despoletado em Fevereiro de 2008, tendo sido a ré condenada a prisão perpétua.
Hélio, quantas páginas tem o livro e o que é que aborda?
O livro tem 432 páginas. Em primeiro lugar falo dos meus 15 anos de jornalismo e todos ao serviço do Notícias. Também é preciso lembrar que estagiei um ano (2001) no jornal Domingo. Reporto alguns casos por mim vividos e que marcaram-me durante este tempo de serviço. Em segundo lugar, falo do Caso Diana, um dos que marcou-me não só como um dos mediáticos, assim como pelo facto de ter sido o terceiro, depois do “Caso Cardoso” e “Caso BCM”, no qual fiz cobertura.
O que é que o marcou no julgamento da Diana?



