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50 ANOS DA INDEPENDÊNCIA: Simpósio realça celebração da Moçambicanidade

Por Jornal domingo
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O Presidente da Frelimo , Daniel Chapo, diz que o simpósio dos 50 Anos da Independência Nacional e dos 63 anos da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) é um momento marcante na celebração não só da história desta formação política, mas de todo um povo e de uma nação inteira.
Chapo falava esta manhã em Maputo, na abertura do evento, e sublinhou que os 63 anos da Frelimo a assinalar a 25 de Junho corrente convocam, a cada um dos moçambicanos, independentemente da sua filiação política, da sua origem étnica, da sua crença religiosa, a revisitar os principais marcos da marcha colectiva dos moçambicanos.
O evento decorre sob o lema: “Da Luta de Libertação Nacional à Construção da Nação Moçambicana, 63 Anos de Transformações Políticas”, junta na mesma sala várias gerações desde os próprios protagonistas da própria luta de libertação até às actuais gerações.
O primeiro painel tem como orador o Presidente Honorário da Frelimo, Joaquim Chissano, que está a falar da luta de libertação nacional. Ainda neste painel vão intervir António Hama Thai, combatente da Luta de Libertação Nacional e a pesquisadora do Instituto de Pesquisa da História da Luta de Libertação Nacional, Aida Moiane.
O segundo painel tem como tema: De Lusaka a Roma e terá como principais oradores, o antigo Presidente da República, Armando Guebuza, bem assim Alex Vines, da Chatham House, e o investigador Carlos Fernandes, do Centro de Estudos Africanos.
O terceiro e o último tem como tema: Lutar por Moçambique na Fase Actual. Tem como oradores, João de Barros, reitor da Universidade Joaquim Chissano, o docente desta instituição, Calton Cadeado, bem assim Hélder Jauana, do Instituto Superior de Ciências e Tecnologias de Moçambique.

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