O projecto de construção de uma fábrica de cerveja Heineken na região de Marracuene, província de Maputo, está dependente de uma autorização da Autoridade Tributária de Moçambique (AT) que ainda pondera sobre as questões fiscais inerentes.
Trata-se de um empreendimento proposto pela produtora holandesa da conhecida cerveja Heineken, que planeia se estabelecer no nosso país por via de um investimento 100 milhões de dólares e da geração de pelo menos 200 postos de trabalho permanentes e 13 mil empregos indirectos.
Entretanto, esta iniciativa está a esbarrar com discussões e vaivéns de papelada porque ainda não se chegou a um entendimento sobre as percentagens de impostos que este empreendimento deve pagar e, por causa disso, as negociações estão em “banho-maria”.
Dados colhidos junto de uma fonte da direcção daquela empresa indicam que a cervejeira até já dispõe de um terreno de 20 hectares localizado numa das margens da Estrada Nacional número Um, em Marracuene, e já elaborou planos de investimento, incluindo de Responsabilidade Social e de formação de quadros que, segundo a nossa fonte, “deverão ser altamente qualificados para estarem aptos a responder aos altos padrões que se impõem numa indústria deste quilate”.



